Empréstimo de R$ 1,62 bilhão, para a Rio Galeão, é aprovado pelo BNDES

Ao que tudo indica, dessa vez, o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim terá um bom melhoramento em seu funcionamento e estrutura, já que foi então aprovado, no fim de dezembro de 2017, um financiamento de longo prazo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor total de 1,62 bilhão de reais, para a sua concessionária, a chamada ‘Rio Galeão’.

Com um prazo de financiamento de 10 anos, o financiamento em questão tem o seu prazo final para amortização no dia 15 de dezembro do ano de 2027. Fora isso, faz-se importante salientar que os recursos vieram em boa hora, já que permitiam que a concessionária pudesse amortizar parte do empréstimo ponte cujo o vencimento dava-se no mesmo mês do aprovamento, segundo consta numa nota do banco de fomento.

Mais detalhadamente, deve ser dito sobre esse empréstimo ponte da Rio Galeão, que o seu valor estava em 1 bilhão de reais, com vencimento para o dia 26 de dezembro de 2017, sendo então amortizado de forma parcial, e, é claro, com os recursos do crédito de longo prazo.

Não à toa o banco, por meio de um comunicado, argumentou sobre o empréstimo dizendo ser ele “parte de um conjunto de iniciativas”, citando ainda um exemplo de uma dessas, no caso uma alteração feita na estrutura societária, além de um novo cronograma de pagamentos de outorga. Ambos, obviamente, tomados com o intuito de dar à concessionária uma maior “solidez financeira”, assegurando-se assim, por consequência, “a qualidade dos seus serviços”, como apontaram no documento.

Por fim, tratemos um pouco mais do novo empréstimo. Primeiro, precisa ser observado que esse, já de início, corresponderia a nada menos que 70% dos investimentos previstos durante esse período do apoio financeiro. Segundo que só se efetiva o financiamento, de fato, caso seja feita uma operação de tipo mista. Nesse caso da chamada “operação mista”, trataria-se de 49% do todo na modalidade direta, o que, traduzido em números, 793,8 milhões de reais; já os outros 51%, ou melhor, 826,2 milhões de reais, viriam de repasses por quatro bancos, a saber: BB, Caixa, Santander e Bradesco.

 

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