Setor de Serviço do Brasil apresenta forte queda em março, na comparação com o mês anterior

Conforme as notícias divulgadas no último dia 12 de maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Volume de Serviços no Brasil chegou a um percentual de queda de 6,9% em março, na comparação com fevereiro. De acordo com a entidade, esse é o pior resultado desde o início da série histórica da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que começou em janeiro de 2011.

Em fevereiro, o índice de recuo foi bem mais baixo, de apenas 1,0% frente ao mês anterior, explicou uma reportagem publicada pela Agência de Notícias do IBGE no dia 12 de maio. O portal de informação também destacou que essa retração de 6,9% foi observada nas cinco atividades investigadas. Os destaques, no entanto, foram para as quedas em Serviços prestados às famílias — que registou o recuo mais intenso da série, 31,2%; e por Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio — que se trata da segunda maior queda mais intensa da série (perdendo somente para o recuo de maio de 2018, de 9,5%, quando aconteceu a greve dos caminhoneiros).

Ainda de acordo com o IBGE, os impactos observados sobre as empresas do setor de Serviços foram sentidos especialmente na última dezena de dias do mês de março, quando iniciaram as paralisações por conta do pandemia do novo coronavírus.

“Essa queda é motivada, em grande parte, pelas paralisações que aconteceram nos estabelecimentos, sobretudo nos restaurantes e hotéis, que fazem parte dos serviços prestados às famílias”, explicou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo. Ele também destacou outros segmentos que também sentiram os impactos das medidas de isolamento social, como os de transporte aéreo e rodoviário, por exemplo.

Serviços profissionais, administrativos e complementares (-3,6%); Informação e comunicação (-1,1%); e Outros serviços (-1,6%), foram as outras atividades que apresentaram queda na comparação entre março e fevereiro de 2020. Por sua vez, a receita nominal do Volume de Serviços recuou 7,3% na comparação com o mês de fevereiro, e recuou 1,1% ante ao mês de março de 2019.

Para mais informações sobre o assunto, confira a reportagem completa da Agência de Notícias do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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